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Mais de 3,3 milhões de paranaenses já emitiram a nova Carteira de Identidade Nacional

Novo documento utiliza o CPF como identificação única e substituirá gradualmente o antigo RG; modelo tradicional continua válido até 2032

Mais de 3,3 milhões de paranaenses já emitiram a nova Carteira de Identidade Nacional
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Mais de 3,3 milhões de moradores do Paraná já emitiram a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), documento que está substituindo gradualmente o antigo Registro Geral (RG). O número representa cerca de 28% da população do estado, conforme dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Em todo o Brasil, a adesão ao novo documento já ultrapassou 55 milhões de emissões. A mudança faz parte de um processo nacional de modernização dos registros de identificação dos cidadãos.

A principal novidade da CIN é a utilização do Cadastro de Pessoa Física (CPF) como número único de identificação em todo o país. Com isso, uma mesma pessoa não poderá ter diferentes números de identidade emitidos por estados distintos, aumentando a segurança dos cadastros públicos e ajudando no combate a fraudes.

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O novo modelo também conta com recursos tecnológicos, como QR Code para validação da autenticidade do documento, versão digital disponível pelo aplicativo Gov.br e o código MRZ, utilizado em passaportes e que facilita a identificação em viagens para países do Mercosul.

A primeira via da Carteira de Identidade Nacional é gratuita e pode ser solicitada em todos os estados mediante apresentação da certidão de nascimento ou casamento.

A validade do documento varia conforme a idade do cidadão: crianças de até 12 anos incompletos têm validade de cinco anos; pessoas entre 12 e 60 anos incompletos, dez anos; e cidadãos com mais de 60 anos possuem validade indeterminada.

Apesar do avanço na emissão da CIN, não há necessidade de troca imediata do documento. O antigo RG continuará sendo aceito em todo o território nacional até 2032, conforme previsto na legislação.

A orientação é que a substituição seja feita de forma gradual, principalmente em casos de perda, desgaste do documento, alteração de dados pessoais ou quando houver necessidade de uma nova emissão.

Após o período de transição, a Carteira de Identidade Nacional passará a ser o documento oficial de identificação dos brasileiros.

Fonte/Créditos: Vale do Ivaí News

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Assessoria de Comunicação – Vale do Ivaí News

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